Bom gente, primeiramente gostaria de pedir desculpas pela demora do post. É que eu acabei viajando e não tive tempo de fazê-lo, mas afinal de contas, estou aqui.
Hoje eu gostaria de falar um pouco sobre destino. O que é ele afinal de contas? Dessa vez, eu não irei pesquisar sobre o assunto antes de postá-lo, mas irei tirar uma conclusão a partir da minha visão de mundo etc.
A meu ver, o destino é como se fosse uma estrada cheia de acontecimentos já prontos para acontecerem conosco, porém que não sabemos apesar de já estarem prontos... Eu, particularmente, não acredito muito em destino, mas às vezes ocorrem coincidências que me fazem parar e pensar a respeito dele (para dizer a verdade, isso aconteceu recentemente, eu fiquei pensando a respeito e resolvi escrever para vocês...).
Não sei se vocês conhecem a história grega chamada "Édipo Rei"... Uma história muito antiga do teatro grego que fala muito a respeito de destino...
Aqui está um resumo da história para quem não a conhece:
"Édipo é filho de Laio, rei de Tebas, e da rainha Jacasta. Nos antecedentes dessa história, o Oráculo anuncia a Laio que, por causa da maldição dos Labdácidas, se este viesse a ter um filho com Jacasta, esse filho o mataria. Laio, com temor de que a profecia do Oráculo se realizasse, ordena Jacasta a entregar seu filho a um pastor da região. Amarra, fura-lhe os pés e o abandona no monte Citerón para sua vida ser ceifada. Mas, o pastor, com piedade, entrega-o a Pólibo, rei de Coritos. Pólibo e sua mulher Meréope criam-no como um filho. Depois de crescido, Édipo, insultado por um bêbado que dizia que ele não era filho legítimo do rei, desconfiado vai consultar a Oráculo para saber da sua descendência. O Oráculo apenas revela que Édipo mataria seu próprio pai e casaria com sua própria mãe. Desesperado e crendo que Pólibo e Meréope eram seus pais verdadeiros, Édipo resolve abandonar Corintos para nunca mais regressar. É nessa mesma época que a cidade de Tebas está sendo atacada pela Esfinge, devorando os cidadão tebanos, pois eram incapazes de decifrar o enigma proposto pela Esfinge. Ao passar por Tebas, numa encruzilhada de três caminhos, Édipo, depois de ser espancado por membros de uma comitiva que pasava por ali, acaba matando um homem- que era Laio- seu verdadeiro pai. Ao chegar na cidade de Tebas Édipo consegue decifrar o enigma da Esfinge, libertando a cidade do flagelo e acaba sendo proclamado o rei de Tebas, casando-se com a viúva de Laio, a rainha Jacasta. Assim, a profecia se tornou realidade: Édipo matou o próprio pai e se casou com a própria mãe. Porém os deuses enviam uma peste a cidade de Tebas, pois os homens estavam desobedecendo ao Oráculo. Édipo, preocupado com a situação envia seu cunhado, Creonte, ao Oráculo de Delfos para saber qual era a causa da peste que assolava a cidade de Tebas. A resposta do Óráculo foi que a cidade estava naquela situação por causa da morte de Laio e que para solucionar o problema o assassino deveria ser descoberto e punido. Pórem, Édipo não sabe que Laio era seu pai e que o tinha matado na encruzilhada. Então manda seu cunhado Creonte buscar o adivinho Tirésias, que com medo de revelar que era Édipo o assasino, ressiste em responder. Depois de ser muito insultado por Édipo, chamado de traidor da cidade, Tirésias não hesita em revelar quem é o verdadeiro assasino. O assasino era o próprio Édipo. Édipo não crê nisso, mas acredita que Creonte e Tirésias estão armando. Assim, Édipo de investigador se torna investigado e vai em busca de assassino de Laio. Ao longo da tragédia, Édipo descobre que Pólibo e Meréope não eram seus pais e que seu verdadeiro pai era Laio e sua verdadeira mãe era Jacasta. Não suportando a verdade de ser um assassino e um parrecida Édipo fura os próprios olhos para não ver sua dura realidade."
Bom, como deu para notar, o destino é um assunto que vem "mexendo" com nossas mentes desde a antiguidade, porém é algo que não se pode saber se existe ou não... Nós tentamos exemplificar, mas não creio que consigamos... Meu pensamento a respeito é que não devemos nos preocupar muito com o destino, pois independente de ele existir ou não, nós devemos viver o hoje melhorando o passado e visando um amanhã melhor... Não que o destino não tenha importância, mas que ele não seja também o senhor da nossa vida, isto é, que não vivamos sempre em função dele...
Bom pessoal, eu gostaria de dedicar esse post a uma pessoa muito especial e querida por mim que me fez pensar que nós nos conhecemos em função dele mesmo, o destino... Seu nome é Camila Félix. Se quiserem saber a respeito dessas coincidências que ocorreram conosco me perguntem e eu conto tudo bem?
Não deixem de falar o que pensam a respeito do destino em si ou do destino de cada um de vocês, não custa nada!
Um grande abraço!!!
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